Levar as coisas com mais calma

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Novo ano. Grandes expectativas. Planos. Resoluções. Promessas.

À data da escrita deste post, o Natal terminou há dois dias e perspetiva-se a chegada do final de ano. Estou em casa e só regresso ao trabalho no dia 4 de Janeiro. Tenho grandes planos de escrita. E, ainda que tenha uma semana de férias à minha frente, consigo prever que estes meus planos não se vão concretizar.

Os dias correm soltos, sem grandes planeamentos, ou tarefas com hora marcada, salvo algumas exceções. Só que, apercebo-me, com uma criança que pede para brincarem com ela a toda a hora e um bebé que não morre de amores por dormir, e tem energia para dar e vender, tudo se complica e eu sinto-me frustada, cansada e, quase, desesperada.

Tive uma ideia excelente para o blogue (um plano a seis meses para ajudar os meus leitores a simplificar e organizar a sua vida, de uma ponta a outra), mas, à vista destes dias, começa a parecer-me infazível e isso deixa-me triste.

Preciso de escrever, a minha alma tem necessidade desse escape, mas as oportunidades têm sido poucas.

Por outro lado, sinto-me culpada por estar a “roubar” tempo à minha família, que merece toda a minha atenção.

Eu sei, se fosse fácil, não valia a pena.

Quanto ao meu grande plano? Talvez esteja a almejar demasiado alto e tenha de rever as premissas. Até porque este blogue e os meus leitores merecem, apenas e só, o melhor de mim.

E tu, como lidas com o não conseguir fazer o que planeias? Partilha os teus desafios.

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