Desconectar faz bem!

Sou grande fã de tudo o que tem a ver com organização: não lido bem com o desalinho, com coisas desarrumadas e com não saber onde está aquilo que me pertence.

Por isso mesmo, sigo vários blogues sobre esta temática. Um dos que mais aconselho é o da queridíssima Lígia Noia, que nos ensina a viver melhor com mais organização.

Por isso, foi com grande alegria que escrevi um texto para o seu blogue.

Escolhi a temática da desconexão, por me parecer fazer tanto sentido nos dias de hoje, porque a “ideia de que somos mais produtivos porque estamos sempre conectados com o que nos rodeia é uma enorme ilusão.”

Lê o texto completo aqui.

E tu, como crias os teus momentos de desconexão? E que benefícios colhes dessa prática?

Qual o cantinho favorito da minha casa?

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No outro dia, a Lígia, do blogue Organizar com Lígia Noia, perguntou-me:

Que cantinho da tua casa faz-te sentir feliz? Aquele cantinho que traz boas lembranças, e muito bem-estar.

E acrescentou:

Algumas pessoas têm casas fabulosas, mas não conseguem ter um lugar favorito, perderam a paixão pela casa e nem se aperceberam disso. Quero que as pessoas criem um lugar de conforto e felicidade…

E eu respondi, de pronto, ao desafio “Qual é o Cantinho Favorito da Sua Casa?

Pois é, quando passo muito tempo em casa, tenho vontade de sair, ou de me afastar. Mas, se estou longe, só penso em voltar.

Aquilo de que sinto sempre mais saudades? Da minha cama!

Vem saber porquê aqui.

Se ainda não conheces o blogue da Lígia, tens mesmo de o visitar. Ela é formadora e consultora em Organização e tem sempre as respostas certas para todas as tuas questões nesta área. Um must!

Obrigada pelo desafio, Lígia!

Então e tu, qual é o teu cantinho feliz? Que recanto/divisão te traz mais paz, tranquilidade e conforto?

5 dicas essenciais para gerir a roupa de crianças em idade escolar

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Este post é muito especial!

No início de Setembro, fui convidada a escrever para o jornal da Associação de Pais da escola da minha filha. Foi com muita honra e alegria que recebi e aceitei este convite.

Este jornal, cujo nome é O Pequeno Saloio, tem uma periodicidade mensal e aborda temas ligados ao quotidiano daquele agrupamento de escolas.

A edição deste mês, dedicada ao regresso às aulas, incluiu conselhos sobre o uso das mochilas escolares e sobre como voltar às rotinas letivas. Também é possível lá encontrar receitas, passatempos e sugestões culturais. Se tiveres interesse em adquirir uma cópia, contacta-me.

Nesta publicação irei abordar as temáticas habituais do It’s (not) so simple, mas numa vertente mais familiar, já que o público-alvo são pais e encarregados de educação.

Como sei que algumas das pessoas que seguem o blogue têm, tal como eu, filhos em idade escolar, farei sempre a publicação integral do texto depois de este ter saído n’O Pequeno Saloio.

Agora, sem mais demoras, aqui fica o texto da edição de Outubro de 2016, dedicado à temática do vestuário dos mais pequenos.


Em tempo de regresso à escola, há muito para gerir e organizar na vida familiar. Por ser um tema que pode trazer algumas dores de cabeça aos pais, hoje irei falar sobre como otimizar a gestão do guarda-roupa dos mais novos. O intuito é partilhar alguns truques que irão ajudar a simplificar as rotinas familiares tanto a miúdos, como a graúdos.

Assim sendo, aqui ficam 5 conselhos para simplificar a vida dos que sentem que lidar com a roupa dos mais novos é demasiado complicado.

1 – Estabelecer um sistema de arrumação fácil de gerir

Seja em gavetas, num roupeiro, ou em caixas, tem de haver um sistema de arrumação instituído que os adultos e as crianças compreendam e saibam usar.

Para além de facilitar a decisão sobre o que vestir em cada dia, algo particularmente útil nos momentos em que estamos cheios de pressa (ou seja, todas as manhãs dos dias de escola!), isto ajuda também a que se perceba, quando há espaço de arrumação livre, que chegou o momento de lavar roupa. Para além disso, quando é altura de arrumar a roupa, cada peça já tem um lugar que todos os envolvidos neste processo conhecem.

Para mim, o mais simples é manter a roupa arrumada por tipo: partes de cima juntas, partes de baixo perto umas das outras, roupa interior em local bastante acessível, um sítio específico para a roupa de dormir, etc..

No caso dos meus filhos, as combinações de roupa exterior estão, por tipo, dentro de uma gaveta da cómoda. A roupa interior de cada um tem uma gaveta própria, bem como os pijamas. A roupa um pouco mais formal e os casacos ficam pendurados no roupeiro.

O que também faço para me ajudar na gestão de toda a roupa é manter a que não está em uso (porque ainda está grande, ou porque é de outra estação) guardada num outro local. Longe da vista, longe da confusão!

2 – Ter combinações suficientes para 7-10 dias

Um sistema de arrumação, por muito bom que seja, não resiste aos excessos!

Da minha experiência, muita roupa no armário resulta em descontrolo e desaproveitamento. Entre roupa que pode já estar pequena, ou que é ainda grande demais, e várias peças absolutamente iguais (6 t-shirts da mesma cor, a sério?), torna-se muito difícil saber o que é que a criança pode/deve realmente vestir.

O aconselhável é selecionar as combinações ideais para cada criança, tendo em consideração a idade, o sexo, os gostos individuais, a estação do ano, o espaço disponível e os contextos em que a roupa será usada.

Controlar a quantidade de peças é um passo essencial para manter a organização!

Eu sei que é tentador ter bastante roupa: oferecem-nos muita coisa, emprestam-nos várias peças, ou vamos às compras e vemos roupa gira e em promoção. Só que, quanto mais tivermos, maior será a desorganização.

7 a 10 combinações para cada estação do ano são suficientes, partindo do pressuposto de que a roupa será lavada pelo menos uma vez por semana. Se a lavagem da roupa for, por opção individual, mais espaçada, poderá ser necessário acrescentar algumas peças.

Se a vida social da criança incluir ocasiões formais, talvez seja aconselhável ter 1-2 combinações que se adequem a esses contextos.

No caso de terem em casa miúdos que praticam um desporto que exige equipamentos próprios/especiais, o seu número deve ser convenientemente adequado. Neste caso, talvez faça sentido lavar a roupa nos dias das atividades, otimizando as cargas.

 3 – Estipular os dias em que se irá tratar da roupa

Lavar, estender, apanhar, dobrar, engomar e, finalmente, arrumar são passos incontornáveis. Por isso, é aconselhável fazer os possíveis por otimizar as lavagens, procurando lavar apenas com a máquina cheia conseguindo, desta forma, diminuir o tempo passado neste processo.

À medida que a criança for ficando mais velha, também é boa ideia começar a incluí-la nestas rotinas, ensinando-a a colocar a roupa suja no local certo, a encher a máquina de lavar e a dobrar algumas peças, por exemplo.

O Inverno pode ser um grande desafio, eu sei. Períodos mais húmidos, ou chuvosos, levam a que a secagem da roupa se complique consideravelmente. Nesse caso, podemos colocar em hipótese ter 1 ou 2 combinações adicionais.

Com a experiência e o passar do tempo, o sistema de cada um vai se apurando.

4 – Tentar que as peças sejam usadas mais do que uma vez antes de serem lavadas.

Refiro-me, claro está, à roupa exterior. Tentar minimizar a roupa suja é um passo crucial para manter a ordem: menos roupa para colocar dentro da máquina, para estender, para apanhar, para dobrar e/ou engomar. Ganha-se tempo e dinheiro e poupam-se as fibras!

É verdade que as crianças se sujam muito mais do que os adultos: a vida delas é cheia de ação e aventura! No entanto, há sempre dias de mais calma, em que acabam por não se sujar tanto, e algumas peças poderão ser usadas novamente antes de irem para lavar.

Portanto, deve instituir-se o hábito de inspecionar a roupa antes de a colocar no cesto: algo que poderá ser feito pelos pais, ou, à medida que esta cresce, pela própria criança. Desta forma, incute-se na criança que evitar sujar-se é uma coisa boa.

5 – Selecionar o vestuário da criança sensatamente.

Este é o último número da lista, porém é um que me parece absolutamente crucial.

A roupa pode ser prática, confortável, bonita, elegante, etc., etc.. Mas, acima de tudo, deve ser fácil de manter: uma peça que precise de muito ferro, ou uma outra que exija cuidados de lavagem especiais, muito provavelmente acabará colocada de parte: o dia-a-dia atribulado de uma família não permite que se perca demasiado tempo a cuidar da roupa, sobretudo quando existem alternativas mais fáceis de lavar e que quase não se amarrotam.

A roupa das nossas crianças pode ter fontes diferenciadas: pode ser-nos emprestada por familiares e amigos, pode ser-nos oferecida, ou podemos ser nós mesmos a comprá-la. Convém, em cada uma destas ocasiões, avaliar cada peça antes de ela entrar no guarda-roupa.

Quando nos emprestam ou oferecem roupa, há que analisar cada item e determinar se combina com as peças que já temos e se vai de encontro ao estilo da nossa criança. Quando as peças emprestadas ou oferecidas não se enquadrarem, não devemos ficar com elas só porque sim. Temos sempre a opção de as devolver, de passá-las a outra pessoa, ou, tratando-se de uma oferta, de trocá-las por uma que faça mais sentido ter.

Quando as ofertas são de familiares e/ou amigos mais próximos, muitas vezes é mais fácil dar algumas dicas sobre o que pode estar em falta, ou sobre quais as melhores cores e/ou estilos.

Antes de avançar para uma compra, devemos validar se o artigo escolhido realmente faz falta e se a cor, o tecido e o estilo estão de acordo com que verdadeiramente pretendemos. Não é válido comprar só porque é bonito, ou porque está em promoção e parece uma ótima oportunidade. Se a roupa acabar por não ser usada, será sempre um péssimo negócio!

Devemos lembrar-nos de que as crianças crescem muito rápido e que, quando damos por isso, muita da roupa já não lhes serve. Por vezes, por termos tanta roupa disponível, há peças que ficam novas, o que me parece um tremendo desperdício. Daí a importância de manter a roupa dos mais novos sob controlo.

A roupa que lhes vai deixando de servir pode ser guardada para uma criança mais nova, ou pode ser emprestada a crianças de familiares e/ou amigos. Podemos, em alternativa, doá-la a uma instituição da nossa preferência.

Caso a peça não esteja em condições de voltar a ser usada, sugiro que lhe seja dada uma utilização alternativa, como incluí-la num projeto de arte. Em último caso, poderá ser enviada para um sistema de reciclagem de tecidos.

Por que não deitar simplesmente no lixo? As fibras que usamos muitas vezes não são biodegradáveis, ou sendo-o, demoram dezenas, por vezes centenas, de anos a decomporem-se. Se forem parar a um aterro sanitário, irão enchê-lo desnecessariamente e, poderão, inclusivamente, levar à contaminação dos solos.

Devemos, por isso, procurar uma forma de reutilizar, ou reciclar, as peças que já não vamos usar, prolongando assim a sua vida útil e ajudando o nosso planeta a manter-se limpo e com mais recursos disponíveis. Os nossos filhos irão agradecer-nos mais tarde!

Espero que estas dicas tenham sido úteis para ajudar à organização em tempo de regresso às rotinas familiares.

Por que devemos desapegar-nos dos bem materiais?

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A convite da Sofia Mais Feliz, escrevi um texto para o seu blogue. Foi uma experiência muito enriquecedora. Se ainda não conheces o espaço da Sofia, toca a fazer-lhe uma visita e aprende ainda mais sobre felicidade!

Aproveitei a ocasião para falar sobre desapego, sobretudo desapego de tudo aquilo que é apenas material.

Podes ler o texto na íntegra aqui, mas, para ficares com uma ideia, deixo-te um pequeno excerto:

Por que devemos desligar-nos de objetos inúteis?

Ora vê:

1 – A felicidade não está nas coisas. Está em ti!

2 – Dar, ou doar, resulta em felicidade

3 – Menos objetos para cuidar = Mais tempo livre para o que quiseres

4 – Abrir espaço para o que realmente importa vai ajudar-te a crescer como pessoa

5 – A tua liberdade não tem preço, mas vender algumas coisas pode ajudar-te a ser ainda mais livre

Pois é, como  Will Rogers disse, “Demasiadas pessoas gastam dinheiro que não ganharam a comprar coisas que não querem para impressionar pessoas de que não gostam.”

A verdadeira felicidade vem de dentro de nós, de como nos sentimos com a nossa própria pessoa. Não depende daquilo que conseguimos, ou não comprar, seja uma simples peça de roupa, ou um Tablet de última geração.

Se te sentes preparada para começar a tua jornada de simplificação, ou se já começaste mas precisas de um apoio extra, sabes que podes contar comigo. Visita a minha página de Serviços para saber como te posso auxiliar.

Gostaria muito de poder ajudar-te!

Sê feliz.

Porquê simplificar a vida?

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Pude, há uns dias, publicar mais um texto como convidada num outro blogue, muito interessante, chamado Chega de Bagunça. Foi a minha primeira “aventura” fora de portas e correu muito bem. Este espaço é da Paula Fuzeto, uma Designer de Interiores e Decoradora, especialista em Organização, que mora em Curitiba, Brasil. Aqui fala-se de decoração, vida prática, produtividade entre muitos outros temas. Se ainda não segues este blogue, passa por lá e vais ver que vais gostar!

O tema que abordei desta vez foi outro dos meus temas favoritos: vida simples.

Partilhei com os leitores da Paula 3 grandes razões para simplificar a vida.

Fica a saber:

1 – Mais tempo!

2 – Mais sorrisos!

3 – Mais felicidade!

Para leres o texto completo e te inspirares na tua caminhada de simplificação, clica aqui.

Se sentes que estás pronta para começar, de uma vez por todas, a tua jornada de simplificação, mas precisas de um apoio, sabe que podes contar comigo. Visita a minha página de Serviços e descobre como te posso ajudar a ter uma vida mais simples e mais plena.

Espero por ti!

Segue a simplicidade e sê feliz.