Dicas simples de poupança

Dicas simples de poupança

Hoje é dia de partilhar contigo o texto que escrevi para a edição de Fevereiro de 2017 d’O Pequeno Saloio. Podes saber tudo sobre esta colaboração neste post.

A edição deste mês aborda a temática da indisciplina e de como erradicá-la, traz-nos um interessante artigo sobre o ácido úrico e um outro sobre como podemos lidar com a dor ciática de uma perspetiva osteopática.

Sem esquecer, claro está, as receitas, os passatempos, as sugestões culturais e as novidades das escolas deste núcleo escolar!

Se quiseres adquirir uma cópia, contacta-me.

 


O início de um novo ano é sempre uma boa altura para rever objetivos financeiros e organizar as contas familiares.

O Natal já lá vai e os primeiros meses do ano trazem novos planos e vontades.

Saber quanto dinheiro temos para gastar, e no que vamos gastá-lo, é essencial para uma boa gestão do orçamento disponível.

É desagradável sentir que não se consegue fazer face aos custos, do mesmo modo que acredito que ninguém aprecia viver com a incerteza do que poderá acontecer se surgirem despesas imprevistas.

A gestão de um orçamento passa por saber, por um lado, qual o rendimento disponível, e, por outro, quais as despesas esperadas.

É aconselhável que se revejam estes dados com uma periodicidade regular. Cada um saberá o que está mais de acordo com a sua realidade, mas, hoje, vou partir do pressuposto de que a análise será feita todos os meses, que é como a fazemos em minha casa.

O melhor será manter um registo de proveitos e gastos: em papel, ou no computador, consoante as preferências individuais. O que realmente importa é manter as finanças sob controlo.

Depois da primeira análise, ficará certamente evidente qual o estado da economia doméstica. Há espaço para poupar? Ou será que é necessário fazer cortes na despesa?

O povo, sábio como é, sempre nos ensinou que “no poupar é que está o ganho” e nós sabemos bem que “o dinheiro é de quem o poupa e não de quem o ganha”. No entanto, nem sempre é fácil fazer face a todas as nossas responsabilidades financeiras com o rendimento que temos disponível.

Quando pomos “preto no branco” quanto ganhamos e quanto gastamos, torna-se impossível ficar indiferente ao resultado dessa análise.

Nesse momento, a nossa situação financeira fica mais clara.

À partida, serão três os cenários possíveis:

a) Temos dinheiro para poupar: a situação ideal e, quanto a mim, o objetivo final de todos quanto querem controlar as suas finanças eficazmente. Continue o que está a fazer, pois está no bom caminho!

b) Ganhamos tanto como gastamos: ainda que possa ser algo que acontece apenas nos meses em que as despesas são maiores, é um sinal de que é necessário implementar algumas mudanças no sentido de potenciar a poupança. Continue a ler!

c) O rendimento não é suficiente para fazer face aos gastos: muito provavelmente, já tinha noção de que a sua situação era esta, pois estava a tornar-se recorrente não conseguir cumprir as suas responsabilidades, ou era frequente ter de pedir dinheiro emprestado. Por favor, não desespere, sobretudo se já chegou a este ponto da sua análise. Reverter esta situação é possível e requer apenas que dê pequenos passos, ou mude aspetos simples. Prossiga com a leitura!

Hoje irei partilhar algumas estratégias simples para ajudar quem me lê a conseguir amealhar um pouco mais e a evitar que o dinheiro não cheque até ao final do mês.

 1 – Ter um fundo para emergências.

Os imprevistos financeiros são uma realidade para todos nós: a máquina de lavar avariou e já não tem conserto possível, o carro precisa de pneus novos, há material escolar para comprar, os miúdos “deram um pulo” e precisam de roupa ou calçado novo…

Daí ser tão importante conseguir poupar e ter um fundo monetário para as emergências que podem surgir a qualquer momento.

Para mim, o primeiro objetivo de poupar, especialmente para quem ainda não o faz, é ter um valor guardado ao qual se pode recorrer quando o inesperado acontece.

Naturalmente, o ideal será que o rendimento de cada mês permita pagar todas as despesas, mas, quando isso não for possível, iremos sentir-nos mais seguros e descansados de soubermos que temos algo reservado para uma eventualidade.

O agregado deve estipular um valor ideal para esse fundo e definir como atingi-lo. O mais importante, claro está, é guardar esse valor para as verdadeiras emergências e, quando o fundo for usado, tratar de restabelecê-lo logo que possível.

2 – Otimizar custos.

Olhando para a análise financeira que se fez, onde é que é possível efetuar cortes? Há despesas que não fazem sentido? Subscrições de que não se usufrui, serviços sem utilidade, custos esquecidos, juros que podem ser renegociados?

Se se modificarem alguns hábitos, é possível diminuir as despesas? Que tal fazer mais refeições caseiras, ou reduzir o uso da viatura própria quando houver alternativas viáveis?

O estudo financeiro que foi feito deve servir como forma de pôr todos os gastos em perspetiva e deverá também permitir que se tenha verdadeira noção de para onde o nosso dinheiro, ganho com tanto esforço, realmente vai.

Esta é, sem sombra de dúvida, a melhor forma de descobrir onde estão os focos de poupança. E, se as suas finanças precisam de levar uma volta, não tenha qualquer receio de cortar nos custos não essenciais.

Lembre-se, nada tem de ser definitivo: se há um bem, ou um serviço, que lhe custa particularmente dispensar, pense que é apenas temporário e que assim que as contas estejam de novo positivas pode voltar a usufruir dele. Embora, em jeito de curiosidade, talvez venha a descobrir que, afinal, este não lhe faz assim tanta falta…

3 – Estudar fontes de rendimento alternativas.

Este é o momento de olhar para o que tem em casa, no sótão, na arrecadação, na garagem, ou onde quer que guarde o que já não usa, e ver o que é que lhe pode render algum dinheiro.

A época é perfeita para isso: com o ressurgimento do mercado de bens em segunda mão (ou terceira, quem sabe), aquilo que tem em casa sem uso pode trazer-lhe uns euros extra que serão preciosos para os seus objetivos de poupança.

Duas torradeiras? A batedeira está parada há três anos? Telemóveis esquecidos na gaveta? O equipamento daquele hobby, ou desporto, que deixou para trás faz tempo? Tudo isso pode ter utilidade para uma outra pessoa que procura estes bens a um preço mais em conta.

Por isso, organize uma feira de artigos usados (convide familiares e amigos), ou veja entre os seus contactos se alguém teria interesse em comprar o que tem para vender, ou (e esta é a minha preferida) venda online, em sites especializados na venda em segunda mão.

Alternativamente, pode fazer alguns trabalhos relacionados com os seus gostos pessoais nos seus tempos livres: traduções, design gráfico, ou tomar conta de crianças, por exemplo. Ou então, fazer algo que poderá depois vender: artesanato, doçaria, etc., etc.

Esta é uma boa hipótese de pôr as suas paixões a render!

4 – Definir objetivos de poupança.

Criar o tal fundo de emergência de que falei antes, poupar para comprar algo que nos faz falta, pôr de parte dinheiro para pagar os estudos dos filhos, guardar uma maquia para aquela viagem com que se sonha há anos, ou antecipar aquilo de que se poderá precisar quando se chegar à reforma: todos estes são motivos válidos para decidir poupar. E o leitor com certeza terá os seus próprios motivos, tão bons ou melhores do que estes.

O que deverá fazer é deixá-los bem claros: só dessa forma terá a motivação necessária para agarrar as rédeas das suas finanças e gerir o seu orçamento de forma eficaz e que lhe permita uma maior estabilidade e conforto.

Portanto, arranje um mealheiro, ou crie uma conta bancária só para este fim, e comece já a pôr alguns euros de parte. Que tal estipular uma percentagem do seu rendimento mensal para poupar? Ou, alternativamente, definir o montante que gostava de ter poupado no final do ano e trabalhar para cumprir esse objetivo?

Retomando a sabedoria popular, “mais vale poupar no início, do que no fim”. Por isso, comece já a viver o seu futuro financeiro sem dívidas!


Para aprender mais sobre poupanças, sugiro os cursos online da Escola It’s (not) so simple:

1 – Poupar e pagar dívidas – Curso Gratuito

Este é o curso ideal para quem quer dar os primeiros passos de poupança e acabar com as suas dívidas, ao mesmo tempo que se começa a criar um fundo de maneio. Mais informação aqui.

2 – Poupar e pagar dívidas – Curso Avançado – 19€

Este curso é indicado para quem já tem por hábito poupar, mas ainda luta com as suas dívidas e não sabe como alavancar ainda mais as suas poupanças. Toda a informação aqui.

Para recursos adicionais sobre a temática das finanças pessoais/domésticas, ver a página do Desafio “As Tuas Finanças”.


Que dicas de poupança tens para partilhar connosco? Ou quais os teus maiores desafios nesta área?

It’s so Ecological! Poupar o ambiente e o nosso dinheiro #2

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Que dia é hoje? Dia de falar de ecologia e poupança!

Pequeno parêntese: Já que vamos falar de poupar, já te inscreveste no meu curso gratuito sobre poupar e pagar dívidas? Sabe tudo aqui!

Trago-te uma sugestão muito prática e que te poderá ajudar a poupar dinheiro e, acima de tudo, evitar que toneladas de plástico se acumulem nas nossas lixeiras e/ou sejam enviadas para os centro de reciclagem.

E não podemos esquecer a questão de saúde pública que as embalagens de plástico tradicionais podem colocar: até que ponto é seguro que o plástico toque nos nossos alimentos? Que toxinas estaremos nós a ingerir?

Desculpa a nuvem cinzenta gigantesca que estou a colocar sobre a tua cabeça, no entanto este é um assunto sobre o qual tenho pensado bastante ultimamente…

Se, tal como eu, és alguém que bebe muita água durante o dia, faz todo o sentido usar um recipiente reutilizável para transportar/conservar a água que consomes.

Se puderes recorrer aos convencionais copos de vidro, ou canecas de porcelana, ótimo, mas se te aborrece estar sempre a enchê-los, ou precisas de uma solução transportável, faz mais sentido optar por uma garrafa reutilizável.

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A garrafa que vês na imagem acima é uma das minhas mais antigas companheiras de secretária: desde 2010 que não me larga!

Mais ou menos pela mesma altura em que decidi que o meu tempo dos absorventes íntimos devia acabar (lê tudo aqui), também decidi reduzir drasticamente o uso de garrafas de plástico.

Eu sei, parecem perfeitamente inofensivas. Transparentes, podem ir para o contentor da reciclagem, se forem amachucadas ocupam menos espaço, há quem guarde as tampas para fins caridosos, podemos reutilizá-las… Pelo menos até aparecer uma nova garrafa na nossa vida. E elas estão virtualmente em todo o lado…

Lá em casa, todos temos a nossa garrafa reutilizável e os adultos têm, inclusivamente, uma garrafa em casa e outra no trabalho.

O que poupamos em garrafas de água tradicionais é assinalável.

Façamos uma conta simples: uma garrafa de água de 1,5l de uma marca branca pode custar 0,16€. Ora, 0,16€/dia durante 30 dias equivale a 4,80€/mês. No final do ano são 57,60€!

O valor pode não parecer assim tão elevado, eu sei. E há muitas variáveis que podemos ter em consideração que teriam influência no verdadeiro gasto:

1 – N.º de pessoas do agregado familiar que consomem água engarrafada e a quantidade que realmente consomem.

2 – É verdade que estas garrafas são reutilizáveis e poderia comprar apenas uma e enchê-la as vezes que quisesse. Mas diz-me: quantas vezes é que isso realmente acontece? A nossa mente está habituada ao descartável e quer o que é mais fácil e prático. Eu sei, porque houve uma altura da minha vida em que todas as manhãs ia ao supermercado antes de ir para o trabalho para comprar uma nova garrafa. Não me importava de gastar aqueles cêntimos, de me deslocar até lá, de ficar à espera na fila para pagar…

3 – Podemos comprar a água em garrafões, que saem mais baratos na relação preço/quantidade.

4 – Há zonas do país em que a água da torneira tem um sabor menos agradável. Também noto essa diferença, só que, na maior parte dos casos, parece-me uma questão de habituação.

Para mim, a verdadeira questão aqui é a questão ecológica e de saúde: para quê consumir mais embalagens do que as estritamente necessárias e que consequências pode trazer o uso e abuso do plástico?

O facto de usares um recipiente reutilizável, representa uma diminuição considerável na tua pegada ecológica, por isso, pensa nisso, tá?

O que achas desta questão do consumo exacerbado do plástico? Costumas pensar na questão ecológica quando compras artigos neste material? E, se já usas um sistema mais ecológico para conservar/transportar água, que fatores influenciaram a tua decisão? Obrigada pela partilha!

Escola It’s (not) so simple: afinal, o que é o Teachable?

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Foi com uma emoção imensa que anunciei, há poucas semanas, que tinha um curso online inteiramente à tua disposição.

O curso “Poupar e  pagar dívidas” despertou o interesse de dezenas de pessoas e está a ter muito sucesso entre quem segue o It’s (not) so simple.

Neste curso, o tema principal são, claro está, as finanças pessoais e/ou familiares. Considero poupar algo fundamental! Sem um pé de meia, a insegurança, a dúvida e o receio do que o futuro pode trazer apoderam-se de nós.

Por isso mesmo, e apoiada na minha própria experiência nesta área, decidi compilar vários conselhos muito práticos sobre como potenciar a poupança e, caso te encontres nessa situação, sair do endividamento.

Se tens uma dívida, seja ela de que dimensão for, tenho a certeza que te sentes um pouco, ou mesmo muito, desconfortável. Não me parece que haja alguém que contraia uma qualquer dívida de ânimo leve: são decisões pensadas, pesadas, ponderadas.

Só que há sempre momentos na nossa vida em que não nos resta alternativa.

Ter uma dívida significa que se está preso uma responsabilidade. Ter uma dívida tolda a nossa felicidade. Ter uma dívida tira-nos a liberdade!

Sabendo que as questões monetárias frequentemente nos impedem de viver a nossa vida em pleno, disponibilizei a informação que encontras neste curso a todas as pessoas, sem qualquer excepção.

Para criar este curso, recorri a uma plataforma sem igual no mercado do ensino online: o TeachableAqui, qualquer pessoa pode criar um curso, tanto gratuito e universalmente disponível, como pago e sujeito a uma subscrição.

Quando um aluno se inscreve numa determinada escola, como a Escola It’s (not) so simple, pode ver todos os cursos aí disponibilizados e fazer a sua inscrição nos que são do seu interesse.

Os cursos podem conter pedaços de áudio, palestras escritas e palestras sob a forma de vídeo. Também poderão existir questionários para consolidar a aprendizagem. E conteúdos descarregáveis, como fichas de trabalho.

O melhor de tudo? É que todos os conteúdos ficam disponíveis para sempre para os alunos que se inscrevam!

Quando descobri esta plataforma, não pude deixar de saber mais sobre ela e logo decidi criar algo para quem me acompanha.

E assim nasceu a Escola It’s (not) so simple. Um projeto que, ainda que esteja apenas no início, já me é muito querido. Tenho algumas ideias “na calha” e conto ter mais novidades em breve. Fica atenta!

Para terminar o post de hoje, permite-me que te deixe algumas ideias muito simples de poupança:

1 – Ter um mealheiro fechado onde, todos os dias, colocas as moedas que tens na carteira. Previamente, estipula quando o irás abrir e qual o fim desejado (realizar um desejo teu, ou de alguém que amas, fazer um curso com que há muito sonhas, comprar a máquina perfeita para levar a tua paixão pela fotografia mais longe…). O valor que irás ter quando abrires o mealheiro vai deixar-te de queixo caído!

2 – Mal recebes o teu vencimento, põe de parte uma percentagem do valor (1%, 5%, 10%, tu decides). No final do ano, ou ao fim do tempo que te pareça adequado, vê quanto tens e decide qual o melhor fim a dar a essa maquia.

3 – Olha para o teu orçamento e identifica duas categorias onde sabes que consegues poupar dinheiro sem grande esforço: renegociar um seguro, procurar um tarifário móvel mais barato, ou baixar os custos com o ginásio, por exemplo. Há sempre áreas que podemos optimizar. O que irás poupar no médio/longo prazo (eu gosto de fazer as contas a quanto posso poupar num ano), será sempre bem vindo no teu pé de meia!

Se queres mais ideias como estas, inscreve-te no curso e vem aprender a poupar e a pagar dívidas.

Depois de completares o curso, enviar-te-ei um certificado de conclusão para comprovar os teus conhecimentos de poupança!

Sê feliz, poupando ao máximo!

Vem aprender a poupar e a pagar dívidas: curso online!

Curso_Como poupar e pagar dívidas

Estou tão entusiasmada que não me consigo conter: criei um curso online!

Eu, que tanto falo sobre desenvolvimento pessoal, aprender novas coisas, estudar e fazer cursos na Internet, já tenho um curso online para te oferecer!

E, melhor ainda, completamente grátis, ou não fosse este um curso sobre poupar…

Vamos lá explicar tudo tim-tim-por-tim-tim:

Há uns tempos, desafiei-te a organizares as tuas finanças: partilhei contigo o meu Excel de gestão do orçamento doméstico, dei-te dicas de poupança (aqui e aqui), expliquei-te como paguei o meu empréstimo habitação e até te elucidei sobre qual o impacto das faltas na tua remuneração.

O artigo em que conto como me livrei da dívida que tinha para com o banco é um dos mais lidos de sempre no It’s (not) so simple.

Deixa-me recuperar algumas das ações que tornaram possível o pagamento do empréstimo:

1 – Vender bens que já não usava.

2 – Diminuir o consumo.

3 – Controlar as despesas e os excessos.

A decisão de antecipar o pagamento desta dívida permitiu que a minha família poupasse um valor considerável em juros: deixar correr o empréstimo dentro dos 45 anos inicialmente contratados resultaria, muito provavelmente, em que pagássemos pela casa o dobro do que ela tinha efetivamente custado.

Porque sei que são muitas as pessoas que tiveram, em algum momento das suas vidas, de contrair uma dívida, de qualquer tipo, e que agora se vêm a braços com as consequências dessa decisão, queria criar algo que as poderia ajudar a definir objetivos de poupança e de liberação da “prisão” financeira em que se encontram.

Sabendo que o meu exemplo, a minha história, podia ajudar alguém a decidir retomar as rédeas das suas finanças, elaborei um curso para apoiar quem quer ser financeiramente mais livre.

Se o sentimento é de cansaço, de repressão, pela responsabilidade assumida, deixa-me dizer-te que existe uma solução.

Se a situação parece um cativeiro e esta obrigação faz com que a tua vida seja cheia de restrições, de medo, de um sofrimento que queres a todo o custo eliminar, quero que saibas que isto é algo que podes mudar.

Criei algo para ti: um pequeno e simples curso para te ajudar a poupar e a pagar as tuas dívidas.

Usando uma plataforma online totalmente inovadora, chamada Teachable, quero ensinar-te vários truques que poderás facilmente implementar no teu dia-a-dia para começares a poupar todos os cêntimos até atingires o teu objetivo maior: pagar as tuas dívidas e tornares-te livre!

Nota: caso não tenhas, presentemente, uma dívida para pagar (a propósito, os meus parabéns!), este curso poderá, ainda assim, ser interessante para ti, numa perspetiva de aprendizagem de mais alguns truques de poupança. Afinal de contas, quem é que não gosta de poder poupar sempre um pouco mais? Por outro lado, se conheces alguém, um familiar, ou um amigo, que se debate com este problema e achas que este curso poderia ser uma grande ajuda, não deixes de partilhar esta informação. Partilhar é ajudar!

Mas, agora, vem ver e aprender!

Acede a este curso grátis AQUI!

It’s so Ecological! Poupar o ambiente e o nosso dinheiro #1

its-so-ecological-copo-mestrualQuem é que não gosta de poupar uns trocos? E, já agora, ajudar o ambiente enquanto poupa?

É por isso mesmo que decidi dar início à rubrica “It’s so Ecological!“. E espero pelas tuas sugestões nesta área!

Hoje, vou falar sobre higiene íntima. Mais concretamente, um método ecológico e, claro está, económico, para aqueles dias do mês.

Qual é a tua escolha atualmente? Pensos? Tampões?

Já pensaste no quanto custam e no efeito que têm? Como gastam recursos e matéria prima e enchem as nossas lixeiras de resíduos que demoram anos e anos a se decomporem?

Uma mulher pode menstruar entre 300 a 500 vezes durante toda a sua vida (eu sei, é de pôr os cabelos em pé!). Se, por cada ciclo, usar 20 pensos menstruais, gastará cerca de 5€.

Ora, 5€ (embalagem de 20 unidades) X 400 ciclos = 2000€ no final da vida!

Se usar tampões, e gastar cerca de 18 tampões por ciclo:

4€ (caixa de 18 unidades) X 400 ciclos = 1600€ de gasto nesta categoria!

E como lidar com as embalagens destes produtos? Como aceitar que não podemos fazer nada para parar de encher as nossas lixeiras de forma desnecessária?

A solução? Experimenta um copo menstrual.

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Se pesquisares sobre o produto, encontrarás algumas marcas que os produzem em silicone de grau médico macio (é o caso do meu, igual ao da foto acima) e outras que usam Elastómero Termoplástico, o mesmo material das chupetas para os bebés, por exemplo. Ambos são materiais seguros para o teu corpo.

Em termos de duração, de acordo com o uso que lhe for dado, e da forma como for tratado, um copo destes poderá durar entre 5 a 10 anos.

Dependendo da marca que escolheres (há imensas no mercado, hoje em dia) e do local onde o compres, poderá custar-te entre 16 e 30€. O meu é igual ao da imagem acima e foi comprado online, em 2010.

Já não sei dizer o nome da loja, mas creio que o mandei vir do Reino Unido. Na altura, as lojas portuguesas que os comercializavam não os vendiam por menos de 30€. Daquela forma, custou-me cerca de 18€. E, entretanto, já me poupou, pelas minhas contas, mais de 240€ em produtos de higiene íntima.

Acima de tudo, agora sei que faço algo mais para ajudar o ambiente, diminuir a minha pegada ecológica e não poluir.

Após a fase inicial de habituação, que demorou, no meu caso, cerca de dois dias, uma pessoa não quer outra coisa.

Caraterísticas a reter sobre o copo menstrual:

1 – Pode estar dentro do nosso corpo, em segurança, até 12 horas seguidas. O que ele faz é manter o sangue em vácuo, não permitindo que o mesmo oxide e evitando o desenvolvimento de bactérias e/ou fungos. Fica também arredada a hipótese de ocorrer a síndrome do choque tóxico, algo que sempre tememos quando usamos um tampão, por exemplo

2 – O perigo de fugas é diminuto, desde que o copo esteja devidamente colocado. É vendido com instruções de colocação e também podes encontrar imensa informação online sobre o tema. Foi concebido por médicos ginecologistas e feito para se adaptar à anatomia feminina, vedando o canal vaginal. Deixarás também de sentir o odor que normalmente associamos a esta altura do mês.

3 – Imperceptível. A. Todo. O. Momento. JURO! Pensa em todas as ocasiões em que te sentes desconfortável por estares com o período: uma ida à praia, umas calças justas, não ter acesso a uma casa de banho de “confiança” durante várias horas… Podes usá-lo em qualquer altura, sem receios.

4 – Deixas de perder tempo (e dinheiro, claro) a comprar absorventes femininos. “Com abas ou sem abas? Como é que se usa um tampão com aplicador? Só preciso de dois tampões e tenho de comprar uma caixa de 20?!” Com o copo, isto acabou!

5- Sentes que passas o tempo preocupada, não é? “Já são horas de mudar o tampão? Será que me sujei? Tenho a certeza que as outras pessoas notam que estou a usar isto!” Finito! De manhã, tiro o copo, lavo-o e volto a colocá-lo. Antes de me deitar, repito o processo. Preocupações? Reduzidas quase em 100%.

6- “Ah e tal mas eu tenho imenso fluxo.” Talvez isso faça com que tenhas de ver o copo uma vez por dia mais, à hora de almoço, por exemplo. E estás preocupada com tamanhos? Da pesquisa que fiz, a maior parte das marcas tem dois: um para mulheres com menos de 30 anos e que nunca deram à luz por parto vaginal e outro para mulheres com mais de trinta anos, ou que já tenham tido um parto vaginal, que é o meu caso. Há inclusivamente marcas com 4 tamanhos disponíveis. Em todos estes anos de uso, o copo foi sempre mais do que suficiente para as minhas necessidades.

7- Então, e a limpeza do “bichinho”? Água e sabão é o que basta. Se quiseres, poderás esterilizá-lo (este é um passo que deves cumprir antes da primeira utilização), mas não há obrigatoriedade de o fazer todos os meses.

Então, ainda indecisa? O que precisas de saber antes de avançar para este método? Deixa as tuas dúvidas nos comentários.

Ah, e se já usas, conta-me qual a maior vantagem do copo para ti.